SEMANA DO PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

 

Nos dias 22, 23, 24 e 25 de julho de 2013, no período noturno e com temperatura de 16 graus, os coordenadores Eilon Lopes, Eunice Mattos, Elenita Evangelista e Maria Marciária, dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem e Direito, respectivamente, juntamente com as diretoras acadêmicas e professoras Celma Freitas e Thalita Menezes, da Faculdade de Inhumas (FacMais), estiveram reunidos para a Semana do Planejamento Didático-Pedagógico do segundo semestre letivo de 2013.

As reuniões realizaram-se num clima de cordialidade, amizade e muito trabalho, com vista a planejar, organizar e sistematizar todos os Planos de Curso (PC) e Planos de Aula (PA) das disciplinas de cada curso, para possibilitar, na primeira semana de aula, a comunicação e apresentação desses documentos e possíveis adequações dos mesmos junto com os alunos.

Também foram discutidos os programas e projetos do segundo semestre letivo. Foi definida ainda a criação de Jornadas de Curso para serem realizadas como comemoração do dia de cada profissional (Dia do Administrador, Dia do Contador, Dia do Enfermeiro, Dia do Advogado), tendo sido essas jornadas designadas de Jornada do Administrador, Jornada do Contador, Jornada do Enfermeiro, Jornada do Advogado, decidindo-se que os temas seriam definidos pelos professores, alunos e coordenadores. Nesses eventos, inicialmente, serão programadas palestras, oficias, minicursos, etc.

Neste semestre, foi excluído o Projeto Arte, Teatro, Cinema e Cultura (PATCC) com vista a possibilitar aos alunos e professores maior tempo disponível para a preparação da VII Feira do Empreendedor, com o tema “A formação profissional empreendedora”.

O Projeto de Aulas Inter e Multidisciplinares (PAIM) será formatado conforme a proposta de cada curso, considerando-se as solicitações de professores e alunos para o desenvolvimento de diversos conteúdos que se correlacionam e ajudam a compreender melhor a dinâmica da realidade profissional dos alunos.

No primeiro dia do planejamento, estiveram presentes os professores que não estavam em gozo de férias – com exceção para o professor Osvaldo Sobral, que, mesmo de férias, esteve na primeira reunião. O planejamento dos professores em gozo de férias será acompanhado pelo seu respectivo coordenador de curso logo depois do dia 30 de julho de 2013, quando todos estarão à disposição da instituição.

Na primeira reunião de planejamento, as diretoras acadêmicas, coordenadores e professores iniciaram os seus diálogos fazendo uma reflexão a partir de um questionamento da professora Celma Freitas. Ela perguntou e se perguntou também: “Como é ser professor(a) num momento em que há grandes e diferentes tipos de dificuldades de aprendizagem a vencer no campo do ensino superior?”.

A partir dessa provocação, a professora Elenita Evangelista externou que é preciso humanizar e alegrar a relação entre o professor e o aluno. Que o professor, quando procurado, deveria dar oportunidade e ouvir as histórias de vida dos seus alunos, pois elas enriquecem a proposta de cada professor todos os dias, fazendo todos melhores como pessoas que lidam com pessoas.

A professora Thaís Garcia, de forma objetiva e em poucas palavras, disse que ser professor é uma profissão gratificante e que já sente isso, mesmo sendo uma professora com pouco tempo de docência no ensino superior.

Fazendo uma comparação entre a proposta de ensino dos alunos do ensino médio e do ensino superior, o professor João Batista foi enfático ao dizer que gosta do que faz e que está no caminho certo. Segundo ele, ser professor de ensino superior lhe possibilita “formar profissionais e gerar oportunidades de carreiras”. Disse que isso é gratificante, pois ele sabe que pode ajudar e motivar muitos alunos a buscar e descobrir uma profissão.

Afirmando ter nascido para ser professora, a professora Lúcia Ramos, sendo do ensino médio e do ensino superior, disse que esses dois graus de ensino são experiências que se completam pela maturidade. Ambos visam formar cidadãos melhores. Ela declarou ainda que se motiva pelo desafio. Falou também que em todo início de semestre a expectativa é a mesma, ou seja, cada turma nova é um novo desafio.

A secretária e codiretora acadêmica da FacMais, professora Thalita Menezes, afirmando vir de uma família que sempre trabalhou com a educação, declarou sorridente que ama a educação. Para ela a educação é muito gratificante, mesmo fora da sala de aula, já que a maioria das suas atribuições está na secretaria e diretoria da instituição. E que, na convivência com os alunos, sente-se realizada vendo a vitória de cada um deles no fim do curso, ou seja, sente-se reconhecida pelo que faz quando vê a conquista dos alunos. É muito grata por tudo que a vida lhe proporciona no campo da educação.

A professora Eunice Mattos falou que é um prazer ver o crescimento de muitos alunos, mas que também se sente, algumas vezes, frustrada porque nem todos os alunos estão comprometidos com o curso.

O professor Eilon Lopes disse que ser professor é enfrentar desafios a todo instante e que seu interesse pela docência nasceu de um desejo de poder ajudar o outro. Mas reconhece também que ser professor é uma carreira árdua, pois muitas vezes o professor brasileiro, por uma questão de sobrevivência, precisa conciliar com a docência a sua jornada profissional em outras atividades. Assim o professor, além de ter que administrar o seu tempo, ainda precisa constantemente se especializar no conhecimento que trabalha em sala de aula.

Dizendo, de forma jovial e alegre, “eu sou professora”, a professora Maria Marciária afirmou sentir eterna gratidão pelos seus alunos e pelos colegas professores do ensino médio e do ensino superior. Disse que aprende muito com todos. Afirmou ainda que tem alegrias e decepções na docência. Externou também seu especial agradecimento ao professor Osvaldo, que está sempre pronto para ajudá-la; ela contou que já presenciou muitos momentos interessantes dele com os alunos; falou que ele está sempre pronto para transmitir um sorriso de tranquilidade aos alunos e colegas.

Recém-contratado, mas já se sentido parte do quadro docente da FacMais, o professor Abimael Leles dá preferência para ser professor do ensino superior, pois é nesse nível que ele tem condições de ter mais entendimento e conhecimento por meio do diálogo aberto com os alunos.

Num tom decisivo, a professora Doraci Toledo explicou que a sua vontade e a sua prática de sala de aula são as de “ensinar como eu gostaria de aprender” e disse que tenta fazer aula em sala de aula.

A professora Eva Rafaela iniciou a sua fala agradecendo a oportunidade de trabalhar como professora no ensino superior e na FacMais e disse reconhecer que formar e capacitar pessoas é uma tarefa de desafio e de muito estudo.

De forma surpreendente e buscando as palavras, a professora Elivane Oliveirafalou sobre a sua primeira experiência como docente e contou ter descoberto que é preciso sempre motivar os alunos. Ela afirmou: “eu trabalho com sonhos dos alunos e isso é muita responsabilidade”. Ela declarou ainda que se identifica com a docência porque é motivada pelos alunos. Disse que a vida é feita de oportunidades e “tudo na vida se justifica se você tem uma satisfação”. Ela se sente satisfeita em sala de aula e espera aprender muito com os seus alunos.

O professor Gildeone Barbosa, falando da sua oportunidade de nova experiência e de ser apaixonado pelo trabalho do ensino superior, foi claro ao dizer que se sente bem como professor, pois como professor ele pode mostrar e demonstrar aos alunos como é importante aprender. E que a sua profissão de professor torna-se cada vez mais gratificante quando vê o reconhecimento do seu trabalho pelos seus alunos.

Numa serenidade que transparecia no sorriso e no olhar, o professor Osvaldo Sobral expôs que, embora haja diversos e talvez inúmeros tipos de dificuldades de aprendizagem por parte dos alunos (o que faz parte da realidade brasileira), acredita na educação, mesmo sabendo que é um desafio a cada aula. Declarou também: “o reconhecimento dos alunos me faz acreditar no meu trabalho”. Estendendo a sua análise, falou: “é o aluno que me dá o aval para continuar sendo professor”; para isso ele precisa a todo instante promover diferentes formas de metodologia para ministrar suas aulas.

Com pouco tempo na docência de ensino superior, a professora Thalita Lino fez o seguinte comentário: “me redescobri como profissional e como pessoa”. Ser professora para ela é estudar sempre e crescer um pouco mais e continuar na dedicação ao outro.

A professora Celma Freitas, no final, chamou a atenção para o fato de que “a escola (e no caso em questão o ensino superior), embora esteja inchada por ter que contemplar e defender tantos valores sociais, comportamentais, disciplinares, culturais e humanos, não pode se distanciar do seu verdadeiro papel, isto é, do rigoroso trabalho com o conhecimento científico. Ela ainda pontuou que a faculdade tem por missão formar profissionais com conhecimento técnico-científico e que o respeito e a educação humana desses profissionais são aprimorados durante a sua formação”.

A reunião terminou em confraternização, com os votos da professora Celma de um bom trabalho para todos junto aos alunos.

Nos outros dois dias de planejamento, os professores se reuniram com os coordenadores dos cursos e fizeram os seus planos de ensino e as adequações necessárias para envio final à respectiva coordenação de curso até o dia 29/07/2013.

 

 

 

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